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Gases Refrigerantes e a Nova Era da Climatização: o que mudou, o que está mudando e como pode impactar sua operação.

  • há 5 horas
  • 3 min de leitura

ar condicionado peças originais

A regulamentação dos gases refrigerantes deixou de ser um detalhe técnico. Hoje, ela define quem vai continuar operando e quem vai pagar caro por ignorar a mudança.

O avanço das legislações ambientais tem exigido das empresas uma postura cada vez mais responsável. Um dos pontos que vem ganhando força é a regulamentação do uso de gases refrigerantes especialmente em sistemas de climatização industrial e comercial. O que antes era uma escolha técnica, hoje é uma obrigação ambiental com impacto direto na operação e na reputação do seu negócio.


Ignorar essas mudanças pode significar não apenas prejuízos financeiros, mas também riscos legais e ambientais que comprometem a sustentabilidade da sua empresa a longo prazo.

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O mundo mudou e o setor de climatização está no centro disso


Durante décadas, sistemas de ar condicionado e refrigeração foram tratados como infraestrutura de suporte essenciais, mas raramente estratégicos.


A combinação entre pressão por eficiência energética, metas globais de descarbonização e o crescimento acelerado de data centers colocou o setor HVAC no centro das decisões corporativas. Esse movimento ficou evidente no AHR Expo 2026, a principal feira mundial do setor, realizada em Las Vegas onde gases sustentáveis e a transição regulatória foram um dos temas centrais da agenda.


A mensagem do evento foi clara a climatização passou a ser a peça-chave para a estabilidade operacional, o controle de custos e a sustentabilidade de diferentes setores da economia.

 

O que mudou na legislação dos gases refrigerantes


Com a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, o Brasil assumiu o compromisso de reduzir gradualmente o uso dos gases HFC amplamente utilizados em sistemas de ar condicionado e reconhecidos como potentes gases de efeito estufa. A meta é uma redução de 80% no consumo dessas substâncias até 2045.

hvac vrf chiller

Além disso, o CONAMA estabelece normas técnicas e obrigações quanto ao manuseio, descarte e substituição desses gases. O uso de alternativas ecológicas como o R-32 e o R-290 não é mais uma tendência futura é uma exigência que já impacta fabricantes, instaladores e empresas que operam sistemas de climatização.


Quais os impactos reais para seu projeto?


A transição para gases mais sustentáveis não é apenas uma obrigação legal, ela traz consequências diretas para quem se antecipa e para quem fica para trás.


• Conformidade legal: adotar soluções com gases ecológicos evita multas e autuações

ambientais.


• Responsabilidade socioambiental: empresas alinhadas à agenda ESG ganham valor de mercado e fortalecem sua imagem institucional.


• Eficiência energética: muitos gases ecológicos possuem maior eficiência térmica, reduzindo o consumo de energia elétrica e os custos operacionais.


• Competitividade: empresas que se adaptam antes das exigências legais saem na frente em projetos, licitações e parcerias estratégicas.


Ignorar esse movimento pode significar ficar para trás em inovação, competitividade e credibilidade e arcar com um custo muito maior de adaptação no futuro.


Você está preparado para essa mudança?


A transição para gases sustentáveis não é uma escolha que profissionais da climatização vão poder adiar por muito tempo, as exigências legais avançam, o mercado exige posicionamento e as operações precisam de soluções que estejam alinhadas ao futuro.


Se seu projeto quer evoluir para uma climatização mais inteligente, segura e preparada para o futuro, conte com a neshop, nossa equipe está pronta para orientar você com a peça certa para o seu projeto.

Fale com nossos especialistas e dê o próximo passo pro futuro com sustentabilidade.


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