Gases Refrigerantes e a Nova Era da Climatização: o que mudou, o que está mudando e como pode impactar sua operação.
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A regulamentação dos gases refrigerantes deixou de ser um detalhe técnico. Hoje, ela define quem vai continuar operando e quem vai pagar caro por ignorar a mudança.
O avanço das legislações ambientais tem exigido das empresas uma postura cada vez mais responsável. Um dos pontos que vem ganhando força é a regulamentação do uso de gases refrigerantes especialmente em sistemas de climatização industrial e comercial. O que antes era uma escolha técnica, hoje é uma obrigação ambiental com impacto direto na operação e na reputação do seu negócio.
Ignorar essas mudanças pode significar não apenas prejuízos financeiros, mas também riscos legais e ambientais que comprometem a sustentabilidade da sua empresa a longo prazo.

O mundo mudou e o setor de climatização está no centro disso
Durante décadas, sistemas de ar condicionado e refrigeração foram tratados como infraestrutura de suporte essenciais, mas raramente estratégicos.
A combinação entre pressão por eficiência energética, metas globais de descarbonização e o crescimento acelerado de data centers colocou o setor HVAC no centro das decisões corporativas. Esse movimento ficou evidente no AHR Expo 2026, a principal feira mundial do setor, realizada em Las Vegas onde gases sustentáveis e a transição regulatória foram um dos temas centrais da agenda.
A mensagem do evento foi clara a climatização passou a ser a peça-chave para a estabilidade operacional, o controle de custos e a sustentabilidade de diferentes setores da economia.
O que mudou na legislação dos gases refrigerantes
Com a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, o Brasil assumiu o compromisso de reduzir gradualmente o uso dos gases HFC amplamente utilizados em sistemas de ar condicionado e reconhecidos como potentes gases de efeito estufa. A meta é uma redução de 80% no consumo dessas substâncias até 2045.

Além disso, o CONAMA estabelece normas técnicas e obrigações quanto ao manuseio, descarte e substituição desses gases. O uso de alternativas ecológicas como o R-32 e o R-290 não é mais uma tendência futura é uma exigência que já impacta fabricantes, instaladores e empresas que operam sistemas de climatização.
Quais os impactos reais para seu projeto?
A transição para gases mais sustentáveis não é apenas uma obrigação legal, ela traz consequências diretas para quem se antecipa e para quem fica para trás.
• Conformidade legal: adotar soluções com gases ecológicos evita multas e autuações
ambientais.
• Responsabilidade socioambiental: empresas alinhadas à agenda ESG ganham valor de mercado e fortalecem sua imagem institucional.
• Eficiência energética: muitos gases ecológicos possuem maior eficiência térmica, reduzindo o consumo de energia elétrica e os custos operacionais.
• Competitividade: empresas que se adaptam antes das exigências legais saem na frente em projetos, licitações e parcerias estratégicas.
Ignorar esse movimento pode significar ficar para trás em inovação, competitividade e credibilidade e arcar com um custo muito maior de adaptação no futuro.
Você está preparado para essa mudança?
A transição para gases sustentáveis não é uma escolha que profissionais da climatização vão poder adiar por muito tempo, as exigências legais avançam, o mercado exige posicionamento e as operações precisam de soluções que estejam alinhadas ao futuro.
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